sábado, 15 de outubro de 2011

...
E sua ausência se faz presente.
...

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Ele: Quer namorar comigo?
Ela: Tenho outra opção?
Ele: Sim, escolher.
Ela: Como se eu tivesse escolha.

sábado, 8 de outubro de 2011

Olha, não sei viver nesse seu mundinho não. Onde tudo é perfeito, tudo é calmaria...

Gosto da ação, sentir a vibração!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Você sabe que eu preciso de alguém

Alguém como você, tudo que você sabe, como você fala
Amantes incontáveis disfarçados nas ruas

Você sabe que eu preciso de alguém
Você sabe que eu preciso de alguém
Alguém como você



 

sábado, 1 de outubro de 2011

“Dói e é incômodo. Vontade de não saber perdoar, de não ser compreensivo, tolerante — de não me contentar com o pouco.”

Caio Fernando Abreu

“Não tem como encontrar a felicidade sem ter passado pela tristeza. Pense nisso, não é hora de se deixar abalar.”

Caio Fernando Abreu


“É uma resposta simples pra uma pergunta simples: Você vai voltar?”

Caio Fernando Abreu


“Se fosse só sentir saudade
Mas tem sempre algo mais…”

Legião Urbana


“Esperar menos, não significa desistir. Antes se surpreender, do que se decepcionar.”

Clarice Lispector
“Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade. Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.”

Clarice Lispector